1. Ser simulado, ou como eu diria 借位 (isso não é uma palavra japonesa), ou não, não parece muito importante no pornô censurado. Até essa frase, não lembro de ter dito isso antes, mas enfim, é bem óbvio pela lei escrita e pelas minhas viagens rápidas ao Japão (a sex shops especificamente) que o pornô censurado é abertamente tolerado mesmo sendo "obsceno" no sentido geral.
Nem precisa entrar em como o Artigo 175 é esquisito: ele diz que coisa obscena é proibida, mas o pornô censurado é vendido abertamente no Japão e online, e ninguém liga.
2. Essa foi a tangente. Depois de refrescar a memória com o que o ciberespaço taiwanês falou sobre JAV, meu ponto original ainda se sustenta, embora obviamente nenhuma atriz pornô japonesa vá simplesmente falar isso publicamente, então é difícil de verificar. A Tokyo Hot é famosa por ter operado como uma empresa registrada nos EUA oferecendo material sem censura. Talvez a Hitomi tenha dito ou insinuado algo nesse sentido, mas não acho que isso seja essencial pro meu ponto.
Os taiwaneses me lembraram de uma coisa, porém: se alguém começou fazendo pornô censurado e depois foi pro pornô "normal", sem censura, fora do Japão, pode ser simplesmente porque ela era mais velha e não tinha mais trabalho com as grandes empresas japonesas.
Pode parecer tangente trazer fontes taiwanesas, mas elas foram minha principal referência pra essas coisas, e não sei quanto dessa discussão é acessível aqui.
Quanto à legalidade, também não quero verificar isso, mas imagino que a maioria das jurisdições asiáticas não permite pornô assim na cara dura, mesmo que o JAV seja obviamente vendido publicamente no Japão. O pornô EUA-Europa mostra tudo. O que falei acima pode ajudar a explicar por que os coreanos fazem pornô mas muitas vezes não mostram o rosto, por que o pornô taiwanês é relativamente raro e por que o pornô chinês é majoritariamente underground, pelo menos pelo que me lembro.