Vocês dois estão certos. Se tem 150k estudantes na ASU, e digamos que 60% sejam mulheres, ou seja 90k alunas, se só 2% delas forem putas burras o bastante pra fazer pornô hardcore por uns trocados ou que simplesmente curtem ser depósito de porra pros caras, sobra uma população possível de 1800 putas. São 1800 modelos de OF, 1800 gatas levando trenzinho de cara de fraternidade, 1800 putas de BBC que se deixam filmar num pornô amador enquanto traem o namorado implorando por pica, 1800 acompanhantes, prostitutas e sugar babies. 1800 vadias vazadas em fórum de pornô. Sobe pra 5% e você tem uma população de 4.500. No papel é muita coisa, mas no panorama geral não é tão louco quando você pensa no tamanho da ASU.
O resto das meninas provavelmente é normal. Uns ficantes, uns situationships, um namorado sério aqui e ali, etc. Não são vadias passadas de mão em mão ou obcecadas por BBC. (Nem burras o bastante pra deixar um date de uma noite filmar.)
O conteúdo que você vê esse cara fazendo vem dessa população dedicada de "putas". Elas existem e vão pra aula como todo mundo, mas a fantasia de que você olha numa sala de aula da faculdade e metade das mulheres ali são putas é simplesmente falsa. Tipo, se você tem uma faculdade com 90k universitárias, é mesmo surpreendente ou difícil de acreditar que umas 90 delas sejam burras o bastante pra filmar pornô hardcore amador mesmo levando uma vida normal e tendo aspirações de carreira normais? É só um jogo de números. Mas é, é extremamente improvável que a Emma de biologia seja uma puta em segredo. Mas ao longo das dezenas de matérias que você faz na faculdade e das centenas ou milhares de colegas mulheres que você teve (principalmente numa universidade grande), um punhado delas provavelmente são putas em segredo que foram seduzidas por BBC.