Você precisa amadurecer e pedir desculpas.
Ela literalmente admitiu isso e o escorting também, tem matéria sobre isso e mais.
Olha, levei 12 segundos no grok. É de graça.
"
Emily Ratajkowski (frequentemente chamada de EmRata) já falou sobre ser paga para ir a eventos e socializar com homens ricos na sua coletânea de ensaios de 2021, My Body (especialmente o ensaio sobre "Transactions"/contas relacionadas), além de entrevistas relacionadas. Ela não fez uma admissão geral de "yachting" profissional (o termo do meio para companhia paga em iates de luxo que pode envolver sexo ou outras expectativas), mas a cobertura da mídia costuma enquadrar os relatos dela como próximos ou ilustrativos dessa cena. Citações e descrições diretas focam em aparições pagas e cenas ambíguas de festas/baladas transacionais, e não em trabalho sexual explícito em iates.
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Aparição paga no Super Bowl com Jho Low (2014). Do trecho de My Body no Guardian:
"Ser paga 25 mil dólares para aparecer num evento era a coisa mais ridícula que eu já tinha ouvido. Em 2014, meu empresário da época, Evan, me informou que o bilionário financista por trás de O Lobo de Wall Street estava oferecendo essa grana para eu ir ao Super Bowl com ele. Ele explicou que esse cara, Jho Low, 'só gostava de ter homens e mulheres famosos por perto' e que outras celebridades iriam também. 'Ele é só um desses caras absurdamente ricos da Ásia.' A fortuna de Jho Low vinha de dinheiro de família, disse Evan."
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Ela perguntou: "Eu não preciso, tipo, fazer nada específico, né?" Evan disse que a acompanharia como acompanhante; o dinheiro (com a comissão de 10% dele) foi transferido antes.
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Mais adiante no mesmo relato (depois do jogo, na after party):
"Perguntei ao Evan quando ele achava que eu poderia ir embora. Ele olhou a hora. 'Provavelmente mais algumas horas, vamos sentir como fica.' Me lembraram: eu não era livre pra ir e vir como quisesse. Eu estava trabalhando."
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Numa entrevista ao Sunday Times promovendo o livro, ela reforçou que estava "trabalhando", "sem saber" o que esperavam dela, e sem saber por quanto tempo precisava ficar ou com quem o agente dela precisava falar para ela poder sair.
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Ela descreve outras modelos presentes (incluindo uma Angel da Victoria's Secret) e o comportamento de Low na after party, incluindo ele distribuindo shots e a modelo jogando a bebida por cima do ombro enquanto mantinha contato visual. Ela conta que depois descobriu que a riqueza de Low estava ligada ao escândalo da 1MDB (dinheiro desviado) e que as autoridades apreenderam bens, incluindo iates.
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Promoter de balada / refeições grátis / viagens a Coachella com homens ricos mais velhos (início da carreira em LA, ~19 anos). Também do trecho do Guardian de My Body: ela descreve ser convidada por modelos para jantares e baladas organizados por um promoter de festas ("Sacha") pago por homens ricos para levar modelos. Jantares chiques de graça eram um atrativo para modelos sem grana. Numa noite na balada:
"Na balada, os homens ficavam oferecendo cocaína, que cheiravam de costas pra pista de dança. Pediam garrafas de bebida que chegavam com fogos, agarravam nossos corpos e nos enfiavam shots, cantavam junto com a música e erguiam os punhos no ar."
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Uma viagem grátis a Coachella (ingressos, hospedagem, ônibus limusine) com umas 15 modelos mais o promoter e homens ricos mais velhos (incluindo um descrito como "príncipe") seguiu um padrão parecido. As expectativas eram indefinidas; as meninas eram empurradas pra piscina/jacuzzi de roupa de banho; um homem comentou sobre o corpo dela e perguntou o que ela queria mudar nele. Uma modelo no ônibus mencionou que o "príncipe" e a noiva dele queriam fazer ménage. Ela e as amigas tentavam ficar juntas e ir embora cedo quando dava.
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Na entrevista ao Sunday Times ela disse sobre essas experiências (incluindo Coachella): a transação "não era definida. Os termos do acordo não eram nomeados", e convidar meninas sem grana pra refeições grátis era manipulador/explorador do jeito que ela viveu. Ela não ficou chocada com as histórias do Jeffrey Epstein porque já tinha visto versões de homens ricos mais velhos com modelos jovens em festas/baladas.
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Ela também observa no livro/material relacionado que "não era estranha a mercantilizar minha presença física, posando ao lado de CEOs de terno nas inaugurações das lojas e festas deles".
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Referências a iates
- Ela já apareceu e postou publicamente em iates em contextos sociais/de celebridades não pagos (ex.: Cannes 2017 com Bella Hadid e Hailey Baldwin/Bieber; depois, férias pessoais). Ela não apresenta isso como trabalho pago.
harpersbazaar.com
- Parte da cobertura não inglesa e secundária (e matérias de exposé sobre yachting) descreve o livro dela como uma admissão de que ganhava dinheiro indo a festas de homens ricos "em baladas, festivais e iates", mas os trechos e entrevistas primários em inglês focam no pagamento do Super Bowl, nas cenas organizadas por promoters em LA/Coachella e na mercantilização em geral, e não em viagens de iate explicitamente pagas.
nzz.ch
Resumindo, as admissões mais claras e repetidas são o encontro de 25 mil dólares no Super Bowl com Jho Low (em que ela estava explicitamente "trabalhando") e os rolês anteriores, menos definidos, pagos ou bancados com homens ricos via promoters em LA/baladas/Coachella. Isso aparece em My Body e nas entrevistas promocionais do lançamento em 2021. Não existe nas fontes públicas uma lista completa de outras admissões específicas de iates pagos além do enquadramento feito por terceiros."